Por que minha empresa precisa de um CNPJ?

Já possui um empreendimento, mas não tem o CNPJ, ou vai começar e já quer se livrar da burocracia de fazer um?

Primeiro relaxe! Esse é um procedimento muito simples, que iremos esclarecer logo mais. Porém, por que fazer um? Com certeza você conhece alguém que toca seu negócio e nunca se preocupou em registrar um CNPJ e acha que é apenas uma formalidade desnecessária. CNPJ é uma sigla para Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, o qual corresponde à pessoa jurídica o que significa o CPF para pessoa física. Assim como o CPF, o CNPJ é administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

O que eu ganho por possuir um CNPJ?

– a possibilidade de emitir notas fiscais;

– descontos com fornecedores;

– Facilidades no mundo dos negócios, pois isso trará possíveis parcerias, a concessão de vantagens nos bancos como abertura de contas e concessão de empréstimos;

– redução ou isenção de alguns tributos;

– segurança jurídica;

– redução de custos na contratação de funcionários.

– é através da obtenção do CNPJ que sua empresa e os negócios por ela movimentados tornam-se conhecidos e validados, pois agora a empresa se dota de reconhecimento no mundo jurídico;

-Por fim, também, através da consulta ao CNPJ se torna possível verificar a situação de uma empresa perante a Receita Federal, se existem processos judiciais e dívidas em atraso dessa empresa.

E QUAIS OS PREJUÍZOS QUE POSSO TER SEM UM REGISTRO DE CNPJ?

O maior prejuízo, com certeza, é que o empresário sem registro terá todo o seu patrimônio exposto, logo, em caso de pagamento de dívidas ou ações judiciais, não haverá divisão entre o patrimônio da empresa e do proprietário, portanto a ausência de CNPJ poderá causar a dilapidação dos bens do proprietário do negócio. A ideia principal da criação da Personalidade Jurídica para as empresas, foi desenvolver uma alternativa à responsabilização ilimitada que caracteriza a situação dos empresários sem registro de CNPJ, que devem responder com todos os seus bens pelas obrigações empresariais contraídas, independentemente de estarem vinculados à atividade empresarial.

O objetivo de limitar-se a responsabilidade decorrente das atividades empresariais está originalmente ligado à criação de sociedades personificadas, de modo que a sociedade tenha o risco da atividade, mas seus sócios possam ter riscos limitados.

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